Tradução de Página

Livros novos e descontinuados ao melhor preço do mercado: ↓ ↓

O Portal do Direito publica análises jurídicas, comentários à legislação e jurisprudência e reflexões sobre questões práticas do Direito português. Um espaço de informação e debate sobre Direito Penal, Processo Penal, direitos fundamentais, protecção animal, direito do consumo e outras matérias de interesse jurídico.

A descrição, em traços gerais, dos temas abordados, não pretende ser exaustiva, nem dispensa a consulta de um advogado.

Mostrar mensagens com a etiqueta identificação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta identificação. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 8 de junho de 2026

«O Cartão de Cidadão não sai da minha mão»: o que significa realmente ser “pessoal e intransmissível”

 

Uma ilustração de cartoon que mostra um homem português com o seu Cartão de Cidadão colado na palma da mão esquerda, com super cola visível. Na sua mão direita, ele segura um cadeado grande e vermelho por cima do cartão. Um polícia português com o uniforme da PSP (Polícia de Segurança Pública) e a bandeira de Portugal no braço, está à sua frente, com uma expressão de surpresa e confusão, a olhar para o cartão colado e a segurar um tablet de identificação. O fundo é uma rua calcetada numa cidade portuguesa, com edifícios antigos. O tubo de super cola está caído no chão, ao lado da mão do homem.
Um homem com um Cartão de Cidadão colado na mão, numa interpretação literal de "pessoal e intransmissível"

    Nas redes sociais e em discussões sobre direitos dos cidadãos perante as autoridades, é muito frequente ouvir a afirmação: 

«Eu identifico-me, mas o Cartão de Cidadão não sai da minha mão, pois é um documento pessoal e intransmissível.» 

    Trata-se de uma interpretação errada, embora compreensível, de um conceito jurídico importante. Importa, pois, clarificar o verdadeiro alcance da expressão “pessoal e intransmissível” e os deveres que recaem sobre o titular do documento.

quinta-feira, 27 de maio de 2021

Procedimento de Identificação do Suspeito de uma Contra-Ordenação. Será admissível a Identificação Coactiva?

Polícia a abordar um cidadão à noite numa rua de Lisboa sobre o tema das contraordenações e dever de identificação
Sem documento de identificação, pode ser levado ao posto policial? Saiba tudo sobre as regras das contraordenações.
 
Última actualização: 18 de Setembro de 2026.

    Decidi escrever sobre uma matéria que muitas dúvidas tem suscitado, sobretudo ao nível dos profissionais que com ela lidam no seu dia-a-dia, a de saber qual o procedimento a adoptar perante um suspeito da prática de uma contra-ordenação que não seja possuidor de qualquer documento de identificação ou equivalente legal, ou que, em casos mais extremos, se recusa a identificar-se.